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	<title>granza-camargo &#8211; Camargo Advogados</title>
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	<title>granza-camargo &#8211; Camargo Advogados</title>
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	<item>
		<title>REFORMA TRIBUTÁRIA E O CRÉDITO ACUMULADO DE ICMS: O QUE SUA EMPRESA PRECISA SABER?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[granza-camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:57:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[A Reforma Tributária vai extinguir o ICMS. E com o fim do imposto, seus créditos acumulados também deixam de existir. Mas atenção: a Lei Complementar 214/2025 previu que esses créditos — desde que homologados e referentes aos últimos 5 anos — poderão ser compensados a partir de 2033, em até [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []"><strong>A Reforma Tributária vai extinguir o ICMS.</strong> E com o fim do imposto, seus créditos acumulados também deixam de existir.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Mas atenção: a <em data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="em">Lei Complementar 214/2025</em> previu que esses créditos — desde que homologados e referentes aos últimos 5 anos — <strong>poderão ser compensados a partir de 2033</strong>, em até 240 parcelas (20 anos), por meio do novo imposto IBS.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><strong>Porém, há riscos:</strong> previsões em Lei Complementar nem sempre se concretizam.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">O que muitas empresas ainda não sabem é que <strong>não é preciso esperar até 2033</strong> para monetizar seus créditos de ICMS.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Em São Paulo, a IN SRE 65/2023 permite a <strong>homologação e transferência dos créditos acumulados de ICMS ainda em 2025.</strong></p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Nos demais Estados, a legislação estadual pode permitir o mesmo, desde que a empresa entre com o <strong>pedido formal</strong> de homologação com base no regulamento do ICMS local.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Ao ser homologado, <strong>o crédito passa a equivaler a dinheiro e pode ser transferido</strong> para outras empresas.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true"><strong>E mais</strong>: o protocolo do processo já interrompe a prescrição, garantindo o direito aos últimos 5 anos.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Aproveite o que a legislação atual já <strong>permite para monetizar seus créditos de ICMS</strong> antes que eles “desapareçam” com a Reforma.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Em um cenário de mudanças profundas no sistema tributário, <strong><em data-prosemirror-content-type="mark" data-prosemirror-mark-name="em">estratégia e timing fazem toda a diferença</em>.</strong>”</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
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			</item>
		<item>
		<title>EMPRESAS ESTÃO SENDO NOTIFICADAS PARA REGULARIZAR DÍVIDAS RELATIVAS AO FGTS</title>
		<link>https://camargoadvogados.com.br/empresas-estao-sendo-notificadas-para-regularizar-dividas-relativas-ao-fgts/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[granza-camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:52:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[informativo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) iniciou, na última quinta-feira (03/04), o processo de cobrança administrativa por meio do FGTS Digital. As notificações estão sendo enviadas por meio do Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), plataforma oficial de comunicação entre o MTE e os empregadores. Nesta primeira fase da operação, aproximadamente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs x126k92a"></div>
<div dir="auto">
<div class="xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r x1vvkbs x126k92a">
<p dir="auto">O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) iniciou, na última quinta-feira (03/04), o processo de cobrança administrativa por meio do FGTS Digital.</p>
<p dir="auto">As notificações estão sendo enviadas por meio do Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET), plataforma oficial de comunicação entre o MTE e os empregadores. Nesta primeira fase da operação, aproximadamente 900 mil empresas serão notificadas, com orientações detalhadas para a regularização das pendências identificadas.</p>
</div>
<p dir="auto">O Ministério do Trabalho e Emprego reforça a importância da regularização das pendências, a fim de evitar penalidades e assegurar o cumprimento das obrigações trabalhistas.</p>
<p dir="auto">Fonte: <span class="html-span xdj266r x11i5rnm xat24cr x1mh8g0r xexx8yu x4uap5 x18d9i69 xkhd6sd x1hl2dhg x16tdsg8 x1vvkbs">http://Gov.br</span></p>
</div>
<p dir="auto">
<p dir="auto">
<p dir="auto">
<p dir="auto">
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
<div dir="auto"></div>
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			</item>
		<item>
		<title>DECISÕES JUDICIAIS TÊM GARANTIDO A CONTINUIDADE DO BENEFÍCIO FISCAL PERSE</title>
		<link>https://camargoadvogados.com.br/decisoes-judiciais-tem-garantido-a-continuidade-do-beneficio-fiscal-perse/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[granza-camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:49:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[Diversas empresas conseguiram na Justiça o direito de continuar aproveitando os incentivos fiscais do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse). Juízes de diferentes estados tem entendido que o encerramento do benefício foi feito de forma abrupta e contrária ao que está previsto na Lei nº 14.148/2021, que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diversas empresas conseguiram na Justiça o direito de continuar aproveitando os incentivos fiscais do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse).</p>
<p>Juízes de diferentes estados tem entendido que o encerramento do benefício foi feito de forma abrupta e contrária ao que está previsto na Lei nº 14.148/2021, que criou o Perse.</p>
<p>Os magistrados tem destacado que a revogação violaria princípios constitucionais como o da anterioridade tributária e a segurança jurídica, além de contrariar decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) e o artigo 178 do Código Tributário Nacional (CTN).</p>
<p>O Perse estabelecia um prazo de 60 meses (até março de 2027) para as isenções de IRPJ, CSLL, PIS e Cofins as empresas participantes e o benefício foi encerrado em 01 de abril de 2025, quando a Receita Federal publicou o Ato Declaratório Executivo nº 2/2025, após considerar que o limite de 15 bilhões já havia atingido.</p>
<p>Fonte: Contábeis</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>STJ TOMA DECISÃO INÉDITA SOBRE PENHORA DE BENS NA EXECUÇÃO FISCAL</title>
		<link>https://camargoadvogados.com.br/stj-toma-decisao-inedita-sobre-penhora-de-bens-na-execucao-fiscal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[granza-camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:45:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[O juiz não deve vincular a concessão da penhora solicitada pela Fazenda à comprovação de que a medida não prejudica a recuperação judicial da empresa executada. Essa decisão foi tomada pela 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que aceitou um recurso da Fazenda Nacional para permitir a penhora de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []">O juiz não deve vincular a concessão da penhora solicitada pela Fazenda à comprovação de que a medida não prejudica a recuperação judicial da empresa executada.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Essa decisão foi tomada pela 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça, que aceitou um recurso da Fazenda Nacional para permitir a penhora de uma empresa de cerâmica com dívidas tributárias.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A decisão judicial inédita, nas turmas de Direito Público da corte, foi baseada nas disposições da Lei 14.112/2020. Essa lei trouxe algumas mudanças para resolver conflitos entre a cobrança de dívidas tributárias e empresas em recuperação judicial.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">No parágrafo 7º-B foi fixado que: cabe ao juiz responsável pela execução fiscal decidir sobre a penhora, enquanto o juiz da recuperação judicial, só pode modificar a penhora em bens essenciais para a atividade empresarial..</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Fonte: Conjur</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
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			</item>
		<item>
		<title>BLOQUEIO DE CONTA BANCÁRIA, ENTENDA O PROCESSO</title>
		<link>https://camargoadvogados.com.br/bloqueio-de-conta-bancaria-entenda-o-processo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[granza-camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[civil]]></category>
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					<description><![CDATA[O bloqueio judicial de contas bancárias é uma ferramenta jurídica empregada pelo Poder Judiciário para assegurar o cumprimento de obrigações legais e o pagamento de dívidas. Essa ação ocorre quando o devedor não paga uma dívida, como em casos de execução fiscal, pensão alimentícia ou outras pendências financeiras. Diante dessa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []">O bloqueio judicial de contas bancárias é uma ferramenta jurídica empregada pelo Poder Judiciário para assegurar o cumprimento de obrigações legais e o pagamento de dívidas.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Essa ação ocorre quando o devedor não paga uma dívida, como em casos de execução fiscal, pensão alimentícia ou outras pendências financeiras.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Diante dessa dívida, o credor solicita ao juiz o bloqueio de valores na conta bancária do devedor. Assim que a ordem de bloqueio é emitida pelo juiz, a instituição bancária realiza a retenção dos valores na conta do devedor.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">O tipo de duração do bloqueio de conta pode variar de acordo com o tipo de processo e as condições específicas do caso.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A orientação de um advogado é fundamental para garantir que você tome as medidas apropriadas e proteja seus interesses legais e financeiros.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Fonte: Jusbrasil</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
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			</item>
		<item>
		<title>OS DESAFIOS NOS CUSTOS  DA TRIBUTAÇÃO SOBRE IMPORTAÇÕES E PRODUTOS NACIONAIS</title>
		<link>https://camargoadvogados.com.br/os-desafios-nos-custos-da-tributacao-sobre-importacoes-e-produtos-nacionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[granza-camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2025 18:38:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[Os custos ocultos relacionados à tributação sobre importações e produtos fabricados no Brasil são um grande desafio para as empresas (Taxas armazenagem, despesas com despachante aduaneiros, custos de conformidade regulatória entre outros). Além dos custos ocultos e impostos diretos (II, IPI, Pis/Pasep e Cofins, ICMS e AFRMM), podemos destacar outros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []">Os custos ocultos relacionados à tributação sobre importações e produtos fabricados no Brasil são um grande desafio para as empresas (Taxas armazenagem, despesas com despachante aduaneiros, custos de conformidade regulatória entre outros).</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Além dos custos ocultos e impostos diretos (II, IPI, Pis/Pasep e Cofins, ICMS e AFRMM), podemos destacar outros fatores que influenciam no aumento do preço final dos produtos e que diminuem a margem de lucro:</p>
<ul class="ak-ul" data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="bulletList" data-prosemirror-node-block="true">
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">a burocracia de importação e produção nacional;</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">a tributação em cascata;</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">problemas como infraestrutura inadequada;</p>
</li>
<li data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="listItem" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">altos custos logísticos. Esses fatores aumentam o preço final dos produtos e diminuem a margem de lucro.</p>
</li>
</ul>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A adoção de algumas ações estratégicas permitem mitigar os custos e melhorar a competitividade das empresas:  a elaboração de um planejamento tributário,o uso de regimes aduaneiros especiais, o uso de automação e tecnologia, os benefícios e as parcerias fiscais, a otimização da logística, a negociação com fornecedores, a capacitação e consultoria.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Contar com profissionais especializados pode ajudar a empresa a enfrentar esses desafios e fortalecer a posição das empresas no mercado, tanto nacional quanto internacional.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
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			</item>
		<item>
		<title>EMISSÃO DE NOTA FISCAL PARA MEI: ENTENDA A NOVA EXIGÊNCIA</title>
		<link>https://camargoadvogados.com.br/emissao-de-nota-fiscal-para-mei-entenda-a-nova-exig/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[granza-camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 18:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir de agora, os Microempreendedores Individuais (MEIs) que emitem Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ou Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) devem ➡️ obrigatoriamente incluir o Código de Regime Tributário CRT4⬅️ e não mais utilizar o CRT 1. O CRT é um campo da nota fiscal que informa o enquadramento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir de agora, os Microempreendedores Individuais (MEIs) que emitem Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ou Nota Fiscal de Consumidor Eletrônica (NFC-e) devem ➡️ obrigatoriamente incluir o Código de Regime Tributário CRT4⬅️ e não mais utilizar o CRT 1.</p>
<p>O CRT é um campo da nota fiscal que informa o enquadramento tributário da empresa. Essa nova exigência tem como objetivo diferenciar o MEI das demais empresas do Simples Nacional, facilitando a identificação, o controle e a fiscalização das suas atividades.</p>
<p>O não preenchimento correto do CRT pode gerar rejeição da nota, multas e até riscos mais sérios como o desenquadramento do MEI ou ainda, pode ser interpretado como infração fiscal, resultando em autuações ou necessidade de retificação das notas.</p>
<p>O MEI é obrigado a emitir nota fiscal sempre que vender produtos ou prestar serviços para outras empresas.</p>
<p>Para vendas a pessoas físicas, a emissão é opcional, exceto quando o consumidor exige o documento.</p>
<p>Fonte: Contábeis</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
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			</item>
		<item>
		<title>STF DECIDE SOBRE REVOGAÇÃO E REDUÇÃO DE BENEFÍCIOS FISCAIS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[granza-camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 17:58:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tributário]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que na revogação ou redução de benefícios fiscais deve ser aplicado o princípio da anterioridade, ou seja, uma nova cobrança de imposto ou aumento de alíquota só pode entrar em vigor após certo período, como forma de evitar surpresas ao contribuinte: ·         [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true" data-pm-slice="1 1 []">O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, por unanimidade, que na revogação ou redução de benefícios fiscais deve ser aplicado o princípio da anterioridade, ou seja, uma nova cobrança de imposto ou aumento de alíquota só pode entrar em vigor após certo período, como forma de evitar surpresas ao contribuinte:</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">·         Anterioridade anual: vigência apenas no exercício seguinte à publicação da norma;</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">·         Anterioridade nonagesimal: vigência após 90 dias da publicação.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">A discussão teve origem em um recurso do Estado do Pará contra decisão do Tribunal de Justiça do Estado (TJPA) que anulou uma cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) feita à empresa Souza Cruz (atualmente BAT Brasil), com base na revogação de um benefício fiscal previsto no Decreto Estadual nº 4.725/2001.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Essa decisão, tomada em repercussão geral, deverá ser observada por todas as instâncias do Judiciário e também em julgamentos no âmbito do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf).</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Vale ressaltar que a Constituição Federal do Brasil prevê exceções, permitindo que certos tributos sejam alterados e passem a vigorar imediatamente ou com prazos reduzidos. É o caso do   Imposto sobre Importação (II), Imposto sobre Exportação (IE), Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), IPVA, IPTU, entre outros.</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">Fonte: Contábeis</p>
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
<p data-prosemirror-content-type="node" data-prosemirror-node-name="paragraph" data-prosemirror-node-block="true">
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		<title>DISSOLUÇÃO IRREGULAR DE EMPRESAS NA ALÇA DE MIRA DA PGFN</title>
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		<dc:creator><![CDATA[granza-camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 17:55:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[empresarial]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o uso de ferramentas tecnológicas no cruzamento e identificação de fraudes, a Procuradoria Geral Fazenda Nacional tem intensificado a fiscalização sobre empresas que encerram suas atividades de maneira irregular para evitar o pagamento de tributos. Com base no artigo 135, inciso III, do Código Tributário Nacional (CTN ), a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o uso de ferramentas tecnológicas no cruzamento e identificação de fraudes, a Procuradoria Geral Fazenda Nacional tem intensificado a fiscalização sobre empresas que encerram suas atividades de maneira irregular para evitar o pagamento de tributos. Com base no artigo 135, inciso III, do Código Tributário Nacional (CTN ), a Procuradoria pode redirecionar a cobrança da dívida para os sócios-administradores, alegando que houve violação à legislação.</p>
<p>A dissolução irregular de empresas refere &#8211; se ao encerramento de uma empresa sem a devida formalização legal, como a baixa dos registros nos órgãos competentes e a quitação de obrigações fiscais e trabalhistas. Quando isso ocorre, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) poderá responsabilizar os sócios e administradores pelos subsídios tributários da empresa.</p>
<p>A Portaria nº 1.160/2024 alterou o Procedimento Administrativo de Reconhecimento de Responsabilidade (PARR), permitindo à PGFN notificar terceiros por meio eletrônico ou edital. Os notificados tem o prazo de 15 dias para apresentar sua impugnação por meio do REGULARIZE, contendo elementos aptos que comprovem a ausência de sua responsabilidade e cópias de documentos que sustentam as alegações do impugnante.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>COMO O GERENCIAMENTO PSICOSSOCIAL PODE REDUZIR O NÚMERO DE AFASTAMENTOS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[granza-camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Apr 2025 17:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou o maior número de afastamentos por problemas de saúde mental nos últimos dez anos. Apenas no ano passado, quase 500 mil pessoas se afastaram do trabalho devido a esses transtornos. Este aumento está relacionado à situação do mercado de trabalho e aos impactos da pandemia. Em resposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou o maior número de afastamentos por problemas de saúde mental nos últimos dez anos. Apenas no ano passado, quase 500 mil pessoas se afastaram do trabalho devido a esses transtornos.</p>
<p>Este aumento está relacionado à situação do mercado de trabalho e aos impactos da pandemia. Em resposta a essa crise, o governo está implementando medidas mais rigorosas, como a atualização da Norma Regulamentadora n° 1 (NR-1), que agora inclui diretrizes para gerenciar os riscos à saúde mental no trabalho, além de fatores físicos e químicos.</p>
<p>Com a nova exigência em vigor a partir de 26 de maio, as empresas deverão identificar e gerenciar questões como pressão excessiva e assédio, além de outros fatores emocionais que possam afetar o bem-estar dos trabalhadores.</p>
<p>O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) está preparando um manual para ajudar as empresas a identificar e gerenciar riscos psicossociais no ambiente de trabalho.</p>
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